Educação Financeira Crianças

Criança e Dinheiro: Venda de objetos Parte II

No post anterior, eu contei como foi a venda de objetos da minha filha no brechó.Criança e Dinheiro: Venda de Objetos. Parte I  Ela tem 7 anos e começou aprender a fazer contas há pouco tempo, o que é muito legal porque agora, o contato com o dinheiro fica mais próximo dela e é possível ensinar alguns conceitos.
Pois bem, o valor da venda foi de R$ 45,00, sendo que, 10% não será gasto. Este foi o maior ensinamento : Guardar 10% de todo o valor que receber, para fazer o dinheiro multiplicar e não apenas consumir. Já dá pra ir ensinando deste pequeno.
Ela já sabia o que queria comprar. ( ir as compras com o objetivo certo é uma excelente atitude no uso do dinheiro).
foto: G1 Foto: Philippe Turpin/Photononstop

Entendeu que só podia gastar o valor que tinha em mãos, e que se quisesse algo mais caro, ia ter que esperar até que tivesse a quantia necessária (esperar. Ah! esperar, quem consegue? !)
Visitamos três lojas para ver se encontrávamos um preço melhor ( pesquisar é uma prática fundamental na hora de comprar) e conversamos sobre isso.
Ela olhou alguns brinquedos parecidos com o queria mas que estavam bem mais caros. Encarou isso com naturalidade, dizendo: Este não dá pra comprar (ufa!!!, poderia ter rolado um stress).
As lojas estavam todas com o mesmo preço. O que influenciou na decisão por uma, foi a quantidade de opções (cores, tamanho…).
 Decidiu o que queria.
Acertou qual tipo de conta deveria fazer. Subtrair o valor do brinquedo, pelo valor que tinha em mãos  (não há problema  em fazer uma conta na hora em que se está comprando, isto não tem nada a ver com pobreza e sim com controle do dinheiro).
 
Obaaaa! Sobrou um graninha! Dá pra levar mais alguma coisa! Aquele sorriso! :).
Vamos pagar?! Aquela satisfação.

 

Foi assim.
De tudo o que aconteceu, o que eu mais gostei, foi ver a percepção de valor. Vê-la olhando para vários brinquedos que a agradavam, entendendo que deveria comprar apenas o que estava  dentro do valor que ela possuía, foi muito bom!
Não acho tão bom (sempre) dizer a uma criança que ela só pode comprar isto ou aquilo, e que valores mais altos, ela não pode… mas isso… fica pra outro dia, tá?
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